O perigo das restaurações de amálgama

Qual o perigo das restaurações de amálgama muito utilizadas na odontologia.

Estudo da Universidade da Geórgia (EUA) publicado recentemente pela revista Ecotoxicologia e Segurança Ambiental relacionou a aplicação do amálgama nas restaurações dentárias com o aumento dos níveis de mercúrio no sangue. As pessoas com mais de 8 restaurações de amálgama tinham 150% mais mercúrio no sangue que aquelas com nenhuma. Lembrando que o mercúrio tem efeito cumulativo e é responsável por problemas respiratórios e do sistema nervoso. Por esse motivo a União Européia proibiu, a partir de julho de 2018, o uso em crianças menores de 15 anos e mulheres grávidas.

Restauração de amálgama

Aqui no Brasil, a ANVISA proibiu, a partir de janeiro de 2019 , a fabricação do amálgama não encapsulado, seguindo as orientações do Tratado de Minamata, que prevê até 2020, a eliminação (ou redução em até 50%) do uso do mercúrio em diversos processos industriais e artesanais e impõe medidas para a redução do amálgama dental globalmente

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